Se alguém ainda duvida da importância de conhecermos o passado para construirmos o nosso futuro, então que revogue todos os conhecimentos acumulados pela humanidade até a presente data. J.U.Nassif

"A força está na serenidade do ânimo e no equilíbrio dos sentimentos."

quarta-feira, agosto 01, 2007

MARCO ABREU


MARCO ABREU
A MÚSICA QUE EMBALA NOSSOS SONHOS...

PARA DEPRESSÃO LEVE OU PROFUNDA,
PARA DORES EM GERAL
DE CABEÇA, DE CALO, DE BOLSO, MALES DA CORCUNDA
UM TÔNICO FENOMENAL

SEM CONTRA INDICAÇÕES
MUITO INDICADO SE ESTIVER ACOMPANHADO
DE UMA SAUDADE QUALQUER
OU DE UMA LINDA MULHER

NÃO SE ACANHE, OUÇA POR DIA UMA HORA
DESSA MUSICA MARAVILHOSA
QUE SÓ O CORAÇÃO TOCA
SÓ A ALMA SENTE
ESSE REMÉDIO EFICIENTE DE MARCO DE ABREU!




EU VOU BEM, OBRIGADO...

Fazer um cd com choros do Abel Ferreira, sempre foi um sonho...
A clarineta, meu primeiro instrumento, me fez ouvir e admirar muito o Abel.
Conheço quase todos os seus discos, e esses choros foram escolhidos por uma afinidade com os solos, além de um que de nostálgico.
Me fez relembrar meus tempos de república em Tatuí, onde graças á dois amigos que dividiam comigo um quarto, fiquei ainda mais apaixonado pelo som do Abel.
Com certeza, não me atreveria a fazer um cd cover dele, mas sempre procuro fazer uma leitura próxima.
Dele gravei os ótimos, Haroldo no Choro, Chorinho do Bruno, Chorando Baixinho, Chorinho do Norte.
Poderia gravar outras também, já que gosto de toda a sua obra, mas gravei algumas sonoridades que tenho na cabeça, como o Pedacinhos de Céu (Waldir Azevedo), com Clarineta e Clarone, em duo com o meu afilhado e ” irmão Richard”.
Esse solo já tocamos há anos, e foi um arranjo do violonista Alessandro Penezzi.
O “Choro chorado pra Paulinho Nogueira” (Toquinho/P.Nogueira/V.Moraes) é outro clássico do choro moderno, e que eu pude explorar Clarone, Violoncelo, Clarineta/Sax-Alto, e a cozinha que sempre me acompanha Samuel G. Neto, André Grelha (piano), Marcos Vinicius de Moraes (violão/cavaco), Marcos Godoy (violão de 7 cordas), Rafael de Barros (cavaco/bandolim), Tito (pandeiro) e a participação especial de Lello Bittencourt (bateria). Violoncelo participação do meu amigo professor Raul Gobeth, e contrabaixo acústico Álvaro Damazzo, Luis Fernando Dutra, Andréia Maria de Almeida (Chorando Baixinho), Jacqueline de Oliveira (violinos em faixas alternadas), a flauta fica a encargo do flautista e professor Rafael Gobeth.
Tive a honra de ter a participação especial de: Cláudio Borici (piano), Fabiano Nunes e Silva (contrabaixo acústico), João Paulo Martins (violão), Eliezer Roberto da Silva (trompete e flugel horn), Elóy Porto Neto (trombone), no choro Ponto de Partida.
Procurei fazer alguns arranjos camerísticos (sem perder o balanço), procurando valorizar as canções escolhidas, e unir duas linguagens que costuma criar celeumas, o erudito e o popular.
Ouvindo os arranjos, cheguei a seguinte conclusão: bem vinda as diferenças, se é que as tem...
Elas se completam de tal forma, que o resultado só poderia ser esse.... (excelente).
Composições minhas: Eu vou bem, obrigado..., Quando a saudade aperta, Pisando Macio, Vera’s Bossa, Mais uma Bossa e Ponto de Partida (único arranjo com quinteto de metais).
Sou avesso á rótulos, pois isso limita a atuação do artista...
O choro eu vejo como um irmão do jazz, cada qual com seu sotaque, unindo duas Américas antagônicas.
As interpretações e intenções contidas neste cd, vem da minha influência e admiração por Benny Goodman, Art Pepper, Coleman Hawkins,Charlie Parker, Joe Lovano, Paquito D’Rivera, Phill Woods, John Coltrane, que por sua vez influenciaram meus favoritos brasileiros Severino Araújo, Luis Americano, K.Ximbinho Paulo Moura, Zé Bodega, Proveta, Paulo Sérgio Santos, Vinicius Dorim, Marcelo Martins...
Agradecimentos especiais aos meus amigos: João Paulo Martins (Estúdio Mr. Onda, que produziu, mixou e vestiu a camisa de 4 músicas que complementaram o cd), e ao meu amigo Arnóbio Costa (ASK Gravadora), que cedeu tempo e vontade, para que pudessem finalizar este trabalho.
Dedico este cd, ao meu amigo Bandória, clarinetista e também aos companheiros músicos do Clube do Choro de Piracicaba, e meus companheiros de Cd.
O título do Cd, é uma homenagem ao meu avô, que quando estava mal humorado, e as pessoas lhe perguntavam como vai, ele respondia: eu vou muito bem, ás minhas custas.
Como homem bem criado, eu respondo...
EU VOU BEM, OBRIGADO...

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