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quarta-feira, maio 20, 2009
Solução para a crise econômica
Mês de agosto, às margens do Mar Negro.
Chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado.
Eram tempos muito difíceis, e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico.
Entra no único hotel do lugar, põe sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que, por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar os quartos, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou das acomodações e vai embora.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas e cheia de esperança num futuro melhor.
by Jayme.
Mês de agosto, às margens do Mar Negro.
Chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado.
Eram tempos muito difíceis, e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico.
Entra no único hotel do lugar, põe sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que, por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar os quartos, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou das acomodações e vai embora.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas e cheia de esperança num futuro melhor.
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