quarta-feira, outubro 28, 2026

Genilse Guarda

 

                                                            BLOG  DO  NASSIF     

                                                           


            

João U. Nassif
 
                                                                                





Genilse Guarda

    



O Escudo da Lei e a Cura da Alma: A rotina de Genilse Guarda para administrar a dor humana na rua e na terapia

 

"A mesma mão que cumpre a dureza da lei durante o dia, estende o acolhimento da cura emocional ao cair da noite. Aos 57 anos, Genilse Guarda vive uma das jornadas duplas mais fascinantes de Piracicaba. De um lado, enfrenta a rigidez técnica e os inevitáveis conflitos humanos como Oficial de Justiça — uma carreira de 27 anos marcados pelo desafio diário do distanciamento empático. Do outro, despede-se das amarras jurídicas nos finais de semana para atuar como terapeuta de Constelação Familiar. Sendo uma das pioneiras na abordagem sistêmica criada por Bert Hellinger na cidade, Genilse opera em um ciclo perfeito de dedicação ao próximo: no consultório particular, trabalha na raiz dos nós familiares para curar feridas e prevenir o colapso; na rua, serve ao Estado quando o conflito já se tornou inevitável. Uma história de resiliência onde a busca pelo equilíbrio invisível ajuda a desatar os nós da própria vida e da sociedade."

 

 

Genilse Guarda é filha de Geraldo João Guarda e Adélia Maria Turolla Guarda. Nasceu em Piracicaba, no dia 14 de março de 1973.  Já foi casada, tem um casal de filhos, Guilherme com 20 anos e Giovana com 17 anos de idade. Seu filho cursa Direito e a sua filha está terminando o ensino médio. Sua mãe é prima do Marcos Turolla que trabalhou na Rádio Difusora de Piracicaba. Estudou no Instituto Baroneza de Rezende.

A senhora exerce qual profissão?

Faz 27 anos que exerço a profissão de Oficial de Justiça na cidade de Rio das Pedras, vizinha a cidade de Piracicaba.

A senhora tem mais alguma outra atividade?

Há seis anos eu me tornei Terapeuta. Venho exercendo essas duas profissões em horários distintos, com o intuito de quando me aposentar como oficial exercer a profissão de Terapeuta.

Para ser Terapeuta o que é necessário?

A formação é gradual, através de cursos livres. Tenho realizado um bom número de cursos, entre eles fiz o Curso de Constelação, o Curso de Psicanálise, fiz curso de especialização em Constelação, que é a minha principal área. Constelação Familiar é uma linha terapêutica que vê o indivíduo no sistema dele. Tudo que aconteceu no sistema dele influencia na vida dele hoje. O que aconteceu com os nossos avós, bisavós, nossos pais, tudo influencia em nossa vida hoje.  Achamos que o que ocorre hoje não tem uma explicação! A constelação vai procurar as causas desses problemas que você está vivendo dentro do seu sistema familiar.

Por exemplo, uma pessoa que constrói uma profissão, um empreendimento e fracassa. Esse fracasso tem algo a ver com o sistema familiar dela! Ela pode ter um avô, um bisavô, que tenha fracassado. Que tenha auferido lucros de forma ilegal! Estou dando alguns exemplos. Mas cabe uma análise mais profunda.

Se formos seguir essa linha de pensamento vai ter muita gente que terá prejuízos no futuro!

Vai! Vai ter sim!  Por que? Porque a vida é autorreguladora!  Então quando a gente faz algo aqui, a vida vai dar um jeito de regular aquilo que ficou em aberto! Só que isso será regulado nas gerações futuras!

Já tem muitas pessoas que fazem o Teste Genético. O que é teste genético?

É um exame indolor e simples que analisa o DNA de uma pessoa para identificar alterações ou variações genéticas. Ele proporciona um maior autoconhecimento, ajudando a entender melhor a sua história, a origem dos seus antepassados e a cuidar da saúde de forma personalizada. Como a senhora vê isso?

 

No nosso trabalho nós não pedimos que a pessoa faça um exame de DNA, mas a gente vai procurando saber as raízes dessa pessoa, perguntando coisas que possam estar influenciando a vida dela hoje! Por exemplo, houve um aborto na família, esse aborto influencia os filhos que vem depois. Mas a gente pode falar de um tema, cujo termo  hoje está sendo muito usado: Trauma transgeracional. Ou seja, a gente carrega no nosso DNA não apenas as características físicas, carregamos também tudo que aconteceu. Aquilo que os nossos ancestrais sentiram, viveram, não some, não desaparece. Aquilo está no que chamamos de “Campo da Família”.  É o inconsciente da família,

Tem alguma coisa próxima ao espiritismo?

Não! Não é uma religião. É uma terapia que chamamos de Fenomenológica, ou seja, é um fenômeno. Você de repente tem uma questão, vem aqui fazer a sua constelação, a gente descobre ou percebe algo. Pode ser que venha uma outra pessoa com a mesma questão, mas movida por

algo totalmente diferente! A Constelação é um fenômeno, não dá para ser considerada uma ciência, pois a ciência seria igual para todo mundo! A ciência procura padrões! Dentro daqueles padrões ela estabelece categorias. Rotula situações, categoriza. A Fenomenologia não tem como rotular ou categorizar. Você pode ter um problema por um motivo e uma outra pessoa pode ter um problema muito similar por outro motivo.

 

Se a pessoa tem um antepassado que cometeu algum ato condenável de seus ascendentes, estariam condenados a arcar com as consequências daquele ato?

 

Não significa que você esteja condenado a purgar. Como aquilo está no inconsciente da família, nós estamos a serviço do nosso sistema, a vida é autorreguladora, então. Todo mundo vem e está responsabilizado por uma cota da família, do que aconteceu, um antepassado seu fez algo, a vida é autorreguladora, você pode vir (nascer), e ter uma questão que esteja envolvida com aquilo; não é que você esteja condenado, muito pelo contrário, isso está acontecendo na sua vida para você olhar para aquilo que aconteceu, e a partir do momento que você toma consciência aí você pode mudar.

 

Existe algum procedimento especial para a pessoa tomar consciência disso?

 

 Os problemas que acontecem em nossa vida não são para nos derrubar, os desafios acontecem não para a gente se afundar, mas para nós crescermos. E só iremos crescer se buscarmos conhecimento!  Tendo o acesso a esse conhecimento a pessoa pode mudar isso porque ela toma consciência. As vezes as pessoas estão tão distraídas com a vida que elas não percebem! Se você olhar para a sua família, irá perceber padrões. Vou dar um exemplo bem básico: você já percebeu que as vezes tem uma doença que atinge várias pessoas da mesma família? Ou todos seguem a mesma profissão! Talvez o indivíduo nem queira seguir aquela profissão! Mas por fidelidade à família, para sentir-se pertencente, acaba seguindo a mesma profissão! Não é aquilo que ela quer, mas ela não tem coragem de fazer diferente! Tem padrões que são doentios, como por exemplo, padrões de agressividade, violência, de traição; aí cada um vai observar sua família e verá onde as histórias se repetem! E conforme você vai percebendo, isso também acontece com você. A pergunta que surge é como posso mudar isso? Não preciso seguir o que todo mundo seguiu! É a minha família, eu pertenço, eu amo todo mundo, mas eu posso fazer diferente.

E como eu conserto isso?

Honrando tudo que aconteceu lá atrás! A Constelação vai trazer muito o olhar da honra! Do não julgamento! Quando eu julgo os meus antepassados por aquilo que eles fizeram, a tendência de repetir o mesmo comportamento é muito grande. Por que? Porque eu estou julgando! Como a gente “conserta”? Olhando para o seu coração, internamente, e dizendo: “Eu vejo que vocês fizeram assim porque vocês não souberam fazer diferente! Mas eu hoje, aqui, vou fazer diferente! “E observar o que sente com isso! Isso porque quando eu estou julgando alguém, eu estou excluindo! Existem leis que regem a nossa vida. Bert Hellinger que é o alemão que percebeu, organizou e estudou tudo isso, foi trabalhar com pessoas. Ele morou na África, onde ele percebeu que tinha umas pessoas em aldeias, onde essas pessoas viviam muito bem, basicamente elas não tinham conflitos. Ele como alemão, percebia que aqui no Ocidente as pessoas viviam tantos conflitos. Ele começou a observar o que acontecia lá, não acontecia aqui, ele não criou essas leis da cabeça dele, ele observou que aquelas pessoas que viviam bem, respeitavam essas leis, ele percebeu que essas leis existem. Quando a gente entra em conflito com elas, sofremos efeitos na nossa vida aqui hoje: doenças, tragédias, relações difíceis, traições, fracassos financeiros. Ele percebeu que aquelas pessoas, os povos Zulus, viviam muito em harmonia. Honravam os ancestrais, não havia exclusões. Ele foi observando a existência desse povo.

 

A senhora atende àquelas pessoas que a procuram?

Sim, atendo. É a Revivência do Nascimento, tenho na forma on-line, um grupo no WhatsApp (19 99708 4341) onde faço lives quinzenalmente. A pessoa entra em contato comigo, eu a adiciono ao grupo, partilho conteúdos, fazemos as lives, eu estou abrindo um grupo de círculo de mulheres onde vamos conversar as questões que a gente vive muito, de sobrecarga, filhos, maternidade trabalho, só que de forma mais profunda. Às vezes elas se sentem muito sozinhas, não tem com quem partilharem. Para a participação nesses grupos não há a necessidade de ter um pré-requisito. As lives são realizadas quinzenalmente às 20:00 horas às quartas-feiras. O Grupo de Mulheres ainda está em formação, não temos ainda uma data definida. As aulas do Renascimento Sistêmico são presenciais, aos sábados à tarde. A duração é das 14:30 até às 18:00 horas. Existe uma frase muito interessante: “A Mente que criou um problema não é a mesma que vai resolvê-lo”.

Quem procura mais os seus conhecimentos, os homens ou as mulheres?

Sempre tive clientes homens, mas as mulheres são as que mais procuram o meu trabalho. A sociedade incentiva os homens ainda, a ignorarem o emocional. O homem também tem a dimensão do sentido. Infelizmente os homens não são estimulados a olharem para suas vulnerabilidades reais. São cobrados a serem fortes desde meninos. A mulher é naturalmente mais sensível. Porém ambos têm sentimentos, só que o homem é treinado a não os mostrar. A sociedade está em boa parte adoecida, as pessoas se fecham.  A pessoa vai ficando disfuncional, ou seja, não consegue exercer a sua função. Na síndrome do pânico, ela sente uma situação criada pela mente dela de que ela está em perigo! A própria ansiedade, está disseminada. Isso tudo vai minando a pessoa. Ela se isola. O que aprendemos aqui é que todo mundo é 100% responsável pela sua própria vida e o que está acontecendo para o crescimento dela. Algo criou aquela situação, esses sintomas são alertas para a pessoa curar o que os provocou. O papel do terapeuta é sinalizar o caminho. Dependendo da pessoa ela entende e corrige rápido, outras criam dificuldades para a própria recuperação. Todos são capazes de encontrar o seu caminho. Colocar um rumo em sua vida.

Aqui em Piracicaba só a senhora segue essa linha de terapia?

Aqui em Piracicaba, nessa abordagem, só conheço a mim mesma e a minha mentora.

Vamos dar um salto olímpico para a sua outra profissão, que a senhora exerce há muitos anos, a profissão de Oficial da Justiça. Quais são os requisitos para trabalhar nessa importante função?

É necessário prestar um concurso! Quando eu prestei exigia-se apenas o ensino médio, de uns anos para cá exige-se também o ensino superior.

A senhora deve ter inúmeros casos curiosos, tristes, cômicos, casos normais e casos com maior complexidade. A senhora já pensou em escrever um livro narrando os fatos mais curiosos, ou já escreveu um livro a respeito?

Eu já até pensei! São 27 anos de profissão! Entrei com 26 anos! Os cinco primeiros anos foram muito difíceis para mim! O trabalho envolve pessoas e problemas que elas estão vivendo. Temos que administrar a carga emocional para que ela não afete o nosso desempenho. É um processo difícil, as situações tendem a nos envolver emocionalmente, temos que exercer o nosso trabalho, sem vivenciar o problema que a pessoa está vivendo. Exige muita habilidade do Oficial de Justiça.  O contato direto com situações de toda ordem.

A senhora tem alguns casos que envolvam desculpas palpáveis para o acusado fugir da intimação judicial?

Essas infelizmente, às vezes, acontecem, mas com o tempo aprendemos o “modus operandi” da pessoa que evita receber o Mandado de Citação. Com isso estamos geralmente um passo a frente do indivíduo. As vezes os familiares são instruídos pelo citado para criarem obstáculos. Como o caso da filha que disse que desconhecia o paradeiro do pai, logo em seguida ele passa dirigindo um veículo.  Eu o conhecia de um contato anterior! Recorrentemente eu precisava intimá-lo! A intenção dele era chegar em sua casa. Eu aceitei a desculpa da filha e coloquei-me em um ponto onde podia observar a entrada dele com o carro em sua casa. Retornei e pude intimá-lo.

As pessoas intimadas ou citadas são agressivas com a senhora?

Algumas são. Já tive um caso, alguns anos atrás, que tive que fazer boletim de ocorrência. Na realidade foram dois casos. Um deles foi em uma propriedade rural, após várias idas, só consegui encontrar a pessoa a noite. Ele me convidou a ir até o escritório e disse o que fazia com oficiais da justiça que iam intimá-lo. Ele conseguiu me deixar muito nervosa!

É comum a senhora solicitar o apoio policial?

No caso de busca e apreensão de menores, veículos, vou acompanhada de força policial. Com a Lei Maria da Penha que somos obrigados a tirar o agressor do lar, necessariamente vou com a polícia.

A senhora se reporta ao juiz diretamente?

Exatamente! O Oficial de Justiça cumpre as determinações do juiz que precisam ser feitas do lado externo do Fórum: intimações, ir até a casa da pessoa, busca e apreensão, as audiências acontecem dentro do Fórum. Nós fazemos inclusive a parte criminal.  Por incrível que pareça é bem mais fácil de cumprir do que a cívil e a família! A pessoa que comete um crime sabe que o Oficial da Justiça foi lá só para entregar uma intimação, não vai  prendê-lo! Eles nos tratam muito bem!

Servem até cafezinho?

Praticamente quase fazem isso! Para o Oficial de Justiça a parte criminal é mais fácil, o que pode ficar mais difícil é o local! Como eu trabalho em Rio das Pedras, que é uma cidade menor, não tem locais de alta periculosidade. Por ser uma cidade pequena, as pessoas até conhecem a gente. É diferente do Oficial de Justiça de uma cidade grande, que tem que entrar em grandes comunidades onde tem muita violência, quando eu fazia Piracicaba, as vezes tinha que ir em comunidade, as vezes você não consegue entrar de carro, tem que deixar o carro estacionado, entrava sozinha. Em Rio das Pedras é mais tranquilo! Eles nos tratam muito bem, o pessoal do crime! Eles falam: “Tá bom dona, fique com Deus, obrigado!”. As vezes eles veem a gente na rua e em tom amistoso perguntam: “ Tem coisa para mim hoje?”. Do Cível e da Família é mais complicado. Imagine você ter que apreender um veículo, ter que tirar uma criança da mãe ou do pai. Envolve mais emoção. Como Oficial de Justiça temos notícias de outros Oficiais, de outras cidades, que já sofreram violências, já foram atacados, foram vitimas de agressões físicas, já sofreram sequestro relâmpago, é uma profissão de risco! Há uns 20 anos, eu estava no começo de gravidez do meu filho, eu fui fazer a apreensão do veículo, o rapaz não estava, a esposa dele abriu o portão fizemos normalmente a apreensão. Só que depois eu precisei voltar lá para pegar a assinatura dele na citação. Quando eu cheguei, ele estava voltando do serviço. Naquele momento ele ficou sabendo da apreensão. Naquele dia eu pensei que fosse ser agredida. Ele pegou um pedaço de pau e começou a andar em volta do meu carro.

A senhora foi sozinha?

Quando eu fui fazer a apreensão, fui acompanhada. Mas depois fui sozinha, só para pegar a assinatura dele. Aquele foi dia em que mais me senti ameaçada, inclusive na minha integridade física. Quando percebi uma oportunidade, entrei no meu carro e saí muito rápido. Há muitas histórias e fatos, já aconteceu de a pessoa passar mal em uma busca e apreensão. Em outra ocasião eu levei uma intimação sobre a investigação de paternidade, o homem não estava, mas depois a esposa ficou sabendo e a coisa estourou, a mulher ficou sabendo da infidelidade dele, quando voltei para intimá-lo em uma nova situação do caso, a mulher estava mancando, ela afirmou que tinha tido um derrame. Uma situação que pegou a esposa de surpresa, foi quando um marido pediu o divórcio, eles moravam juntos, ela nem imaginava que ele tinha feito isso. Para ela, estava normal, eles tinham tido uma crise, mas estavam reconstruindo a relação. Quando chegou a intimação do divórcio, ela não tinha nem ideia, eles começaram a brigar na minha frente!  São situações trágico-cômicas! Teve um caso envolvendo Pensão Alimentícia. Na petição o homem pedindo para reduzir o valor que ele pagava de pensão alimentícia ele alegava que não tinha mais condições de pagar aquele valor , ele tinha financiado um Honda Civic e a prestação era alta. Era maior do que a pensão que ele pagava! É a imaturidade dessa pessoa. Vemos a Alienação Parental, quando a mãe proíbe o filho de ver o pai porque este não está pagando a pensão alimentícia. São fatos distintos: não pagar a pensão e a proibição do filho ver o pai. Cada situação cabe à justiça analisar. Hoje vemos uma situação que permite que se apenas um filho cuida dos pais idosos, ele pode entrar na justiça para que os demais filhos participem de alguma forma dos cuidados aos pais. No meu Instagram, genilse_guarda, tem muita coisa. No meu site www.genilseguarda.com.br

As redes sociais influenciaram e influenciam muito no comportamento do indivíduo?

Influenciam sob todos os aspectos! Um deles são as postagens de amigos, conhecidos, influenciadores, que postam imagens e lugares onde eles aparecem despertando o desejo do indivíduo em vivenciar tudo aquilo. Entra o fator de comparação, sua vida tem que ser perfeita igual a daquela pessoa. A meu ver isso pode ser prejudicial, a pessoa que olha aquilo tudo entra na ilusão de que também tem que ter aquela vida. Essa referência de rede social não é um parâmetro universal. Você fica achando que só você tem defeitos. Só a sua vida não é boa. A rede social não deixa de ser uma dopamina barata.

Quem quiser conhecer um pouco mais a sua obra pode encontrar algumas publicações?

Tenho no e-book minha publicação sobre Constelação Familiar, o Diário da Gratidão, de uma forma bem leve é abordada a Constelação Familiar. Ele está à venda na Hot-mart.

A senhora tem uma mensagem para quem está lendo ou nos ouvindo?

Nós somos seres humanos, ninguém é perfeito! Todo mundo tem uma dor para resolver! Se você tem uma dor que o incomoda, tudo tem um caminho, tudo tem uma solução. Talvez você não esteja enxergando, porque você está olhando para aquilo com a mesma mente que criou! Você precisa ampliar o seu olhar! A terapia com a qual trabalhamos faz com que você tenha novas percepções do mesmo fato. Busque ajuda! Não fique no sofrimento! Aqui é uma escola onde você vai aprender a lidar com o seu mundo interior.

 

                                                                              


 

                                                                                     



                                                                                    








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